segunda-feira, 23 de novembro de 2009

ENTRE AMIGOS





O nosso blog fala sobre assuntos ocorridos no CEWO, não foi difícil para nós trabalharmos juntos na criação do blog, pois estamos entre amigos, tivemos algumas mudanças no blog para melhora do grupo, o trabalho foi tão interessante que incentivou a cada um de nós a criar um blog individual, e até mesmo um blog exclusivo apenas para nós, chamado "ENTRE AMIGOS".

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Saudades



O PIOR MICO DA MINHA VIDA! Por:Mariana Carneiro da Costa


Era dezembro,férias de verão,em 2006.Eu tinha acabado de me formar no ensino fundamental,e estava super animada para viajar para um dos lugares que eu mais amo no mundo:Miracema,uma cidadezinha no interior do estado do Rio de Janeiro.
Depois de ter passado uma semana lá,eu já estava começando a ficar entediada.Aí,o meu Pai e o meu primo Wellington,resolveram ir pescar.Quando eles diseram que iriam,eu,minha irmã,e minha prima Verônica resolvemos ir junto.Mas nós três não queríamos pescar,e sim,tomar banho no ribeirão,já que fazia muito calor.
Quando estávamos indo,não fazíamos idéia do estava por vir.Passamos por uma mata fechada até chegar no tal lugar.
Quando chegamos lá,a correnteza do ribeirão estava muito forte e o meu Pai e o meu Primo desistiram.Aí o meu Pai disse:
-Vamos procurar uma açude.
E o meu primo concordou.Eu,a minha irmã e a minha prima fomos todas felizes e alegres atrás deles.
Não demorou nada,e chegamos lá.Saímos correndo para pular dentro do açude.Mas quando estávamos dentro da água,começamos a sentir o fundo do açude cada vez mais fundo,até que caímos todas juntas,no fundo do açude cheio de lama!
Conseguimos levantar,mas nossa roupa,nosso cabelo,tudo!Estava coberto pela água barrenta do açude.
Ficamos com tanta raiva,que queríamos ir embora naquele minuto.
Mas o meu Pai disse,que continuariam a pescar até a noite.
E eu disse:
-Nós vamos embora!Não vamos ficar aqui nesse mato até de noite!
Aí o meu Pai disse:
-Duvido que vocês achem o caminho de volta!
Mas mesmo assim,nós fomos embora.
Até nos sairmos da roça tudo bem,ninguém nos viu daquele jeito.Mas quando fomos chegando na cidade,tudo o que eu queria era uma saco pra enfiar na minha cabeça!Estava morrendo de vergonha.
Todo mundo olhava pra gente e ainda dava uma risadinha sem graça.
Quando chegamos na casa da minha tia Graça,ela e minha Mãe começaram a rir.Mas brigaram muito com a gente,e nos mandaram tomar banho na mesma hora.
E é por isso que digo,que esse foi e sempre será o pior mico da minha vida!



Conto - Luana Moreira Gomes


O mundo dá voltas
Outro dia ha mais ou menos 1 ano e 8 meses sai cedo do colégio novo que já não é mais tão novo atualmente. Iamos saindo eu e minha colega Vivian que me acompanha desde o outro colégio. Lá no CEWO conhecemos um cabeludo, chamado Vinnicius, que já não é mais tão cabeludo assim, ele nos disse que sabia cozinhar e nós fomos até a casa dele para provar esse tão delicioso cardápio. No inicio nada passou de uma brincadeira, mesmo assim fomos. Quando chegamos lá, o KBludo parecia não acreditar que estavámos lá no seu portão. Foi engraçado.
Depois chegou um amigo dele, o Renan, nós zuamos todas, principalmente o amigo dele. Fizemos uma festa, derrubei a guitarra dele, foi sem querer, mas é que ele tinha acabado de dizer para que eu tivesse cuidado, fuxicamos o computador, lemos poemas de Renan e zuamos, rimos muito enfim. Renan trouxe uma pizzza que estava uma delícia, mas não foi o KBludo quem a fez e sim a avó de Renan.
KBludo nos disse que Renan era sua única companhia, que ele passara todas as tardes com ele. Então nos fizemos várias insinuações referente aos dois. Brincamos tanto que chegou uma hora em que o KBludo perdeu a paciência e nos expulsou de sua casa, ele abriu a porte e disse "chega, já deu , vocês passaram dos limites", nunca pensei que fosse ver ele um dia assim, ele sempre foi tão calmo. Fomos embora.
Depois eu me arrependi um pouco, pois nós realmente tínhamos pegado pesado.
Cheguei em casa e o que fiz? Liguei para KBludo e me desculpei, disse que pegamos pesado e que não queria que ficasse com raiva de nós. Enfim depois do mal entendido, ficamos todos amigos novamente.Eu havia jurado que nunca mais retornaria na casa dele depois de ele ter nos expulsado.
Um tempo depois nós começado a namorar e eu retornei sim a sua casa. Quem diria que o garoto que me colocou para fora um dia seria o meu amor.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

UMA TENTATIVA DE ASSALTO_CONTO DE VIVIAN



Em uma bela sexta-feira fui convidada pelo meu ex-pastor da igreja para ir ao museu Bauru no Rio de Janeiro, no sábado, dia do trabalhador, eu e mais três amigas.
Marcamos tudo certinho, local de encontro e horário, ficamos esperando o dia chegar ansiosamente.
Pronto, já era sábado, as 07:00 h da manhã, e assim foram 08:00, 08:30, e 09:00, já havia chegado ás 09:30 e nado do pastor, ligamos para o celular dele umas seta vezes e ele não atendia, então desistimos e percebemos que havíamos levado um “bolo” .
O tempo estava um pouco nublado, porem não parecia que iria chover, então para não perdermos o feriado resolvemos tomar outro destino. Pensamos, pensamos muito, e finalmente resolvemos ir ao serviço da minha mãe, em uma loja lá em Icaraí, pegamos uma condução até Niterói e fomos.
Chegando ao terminal, ao em vez de pegarmos um ônibus até Icaraí, preferimos ir andando, pois o tempo estava legal e agradável e chegaríamos a uns 10 minutos, então começamos a andar, pegamos à calçada das barcas e fomos.
Chagando a praça que fica logo a pós as barcas, minhas amigas resolveram tirar fotos, então pegamos à câmera e paramos um pouco no meio da praça, só esquecemos de reparar que não havia muito movimento na rua, e os comércios estavam fechados, aff...
A rua só não estava totalmente vazia, se não fosse por a gente e um grupo de hips com uma criança de uns 10 anos. Eles ficavam olhando muito para a gente, então nós resolvemos ir andando e sair daquele lugar, quando já estávamos andando há uns 2 minutos começamos a perceber que tínhamos Companhia, o menino de uns 10 anos vinha se aproximando da gente com patins, nós começamos a apertar os passos quando de repente ele agarrou na bolsa de uma de minhas amigas que estava mais atrás e começou a falar: perdeu, perdeu, nossa, ficamos tensas, então minha outra amiga que estava mais a frente começou a correr e pulou um canteiro de uns 20 cm até a rua, onde estava passava carros, logo atrás dela foi a minha outra amiga e por pouco não sofreram um acidente, mas eu fiquei que fiquei com a minha outra amiga esperando com que o menino largasse a bolsa dela, não tive a mesma sorte. Quando minha amiga viu uma oportunidade saiu correndo, e eu também. Foi muito rápido, pois as outras duas que estavam na frente ainda estavam correndo, e o menino havia ficado pra trás, pois estava de patins e não havia como correr mais, ainda bem.
A minha maior dificuldade foi pular o canteiro por que passavam muitos carros no momento, mas mesmo assim na hora do desespero eu fui, e quando estava chegando ao final da rua, bati de frente com a minha amiga que já estava lá do outro lado da rua e havia voltado para me avisar que estava vindo um carro, só que o que seria uma boa intenção, quase acabou em tragédia, por que ela ao vir em meu encontro bateu em mim e o impacto acabou me derrubando no meio da rua, eu fui derrapando e me arrastando no chão, fechei meus olhos e pensei: vou morrer atropelada, e quando abri meus olhos vi uns três carros parados praticamente em cima de mim, abaixei a cabeça aliviada, logo depois me ajudaram a levantar, minha calça estava desbotada, pois havia arrastado no chão, minha mão ralada e minha sandália fora do pé, me recompus e fui para onde estavam minhas amigas, estávamos apavoradas, nunca poderíamos imaginar que tal coisa aconteceria naquele dia com a gente, esperamos um pouco para poder prosseguir, pois voltar não seria uma boa alternativa, então fomos um pouco desconfiadas de tudo que víamos, mas chegamos em Ícarai sã e salvas,e contei tudo pra minha mãe que ficou apavorada e falando a toda hora : “você nunca mais sai sozinha”. Tudo bem, já sai várias vezes sozinha depois disso.
Bom, depois do susto o dia acabou com uma bela pizza portuguesa e de sobremesa uma outra de chocolate.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Crônica - Vinnicius Pereira da Silva


2º ano de novo

Tudo começou no ano de 2007, aqui no Walter Orlandine. Era um pouco mais do que começo do ano, mas precisamente em fevereiro. Eu ainda estava no 2º ano do ensino médio e me sentindo um pouco sozinho pois quase todas os meus amigos haviam repetido o ano no colegial, se não me engano 4 deles ficaram para trás e só 2 passaran de ano junto comigo. Desses 2, só 1 ficou na minha sala, talvez o mais chato deles.
Eu não queria que fosse assim, eu estava bem, porém meus amigos não. A sala era quase a mesma do 1º ano. Os professores também os mesmos. Nada mudou fisicamente. Eu estava feliz por ter passado para o 2º ano, porém sentia contantemente a sensação de que estava começando tudo de novo. Criandos novos amigos, fui me acostumando aos poucos, não era a mesma coisa, como um novo colégio.
No final de fevereiro, chegando em casa, mais um dia chato, minha mãe me supreendeu com uma proposta, ela me perguntou se eu estaria interessado a trabalhar como estagiário de administração e eu aceitei.
Trabalhei de fevereiro a dezembro e depois ainda fazia curso.
Por isso ficava estafado e desinteressado com a escola, foi então que repeti o 2º ano.
No ano seguinte em 2008 estava no 2º ano de novo e pior que antes esse ano, todos os meus amigos sairam da escola, porém eu não esperava que no ano de minha " penitência" seria o melhor ano da minha vida, pois se eu não tivesse repetido não teria conhecido a Luana. Ela me ajudou a ver a vida de modo diferente, me dedicando mais as coisas que realmente valem a pena na vida, dando valor as coisas simples, nós 2 começamos a namorar e estamos muito felizes juntos até hoje. Nada é por acaso...as vezes por meio da dor achamos a felicidade.

Conto de Kamilla Marianne



Quem tem boca vai á Camboinhas

Era dezembro, e fazia muito calor, o telefone da minha casa tocou logo pela manhã e para minha surpresa era a minha amiga Laís me convidando pra ir á praia, e eu logo aceitei.
Dentro de algumas horas estavamos nós rumo a praia, mas havia um detalhe importante, agente não sabia chegar a tal "praia" e ainda por cima a mãe da Laís já estava lá nos esperando, porém ela nem imaginava que nem eu nem Laís sabíamos chegar até lá. Mais é como o ditado diz: "Quem tem boca vai a Roma", mas no nosso caso era: "Quem tem boca vai a Camboinhas".
Enfim conseguimos achar a bendita praia de Camboinhas, mas o problema agora era outro, achar a mãe da Laís, e nós procuramos,procuramos e nada, o pior é que nenhuma de nós havíamos levado celular, e o local que a Rose tinha marcado com agente , já estava vazio, provavelmente a coitada já tinha desistido de esperar.
Por cansadas de tanto procurar, resolvemos descansar, e por incrível que pareça agente parou num lugar que dava de frente para a mãe de Laís, acho que uma coisa dessas não acontece duas vezes na vida... E assim terminou nosso dia com muitas risadas e surpresas, e uma coisa é certa " Quem tem boca vai á Camboinhas"