
Em uma bela sexta-feira fui convidada pelo meu ex-pastor da igreja para ir ao museu Bauru no Rio de Janeiro, no sábado, dia do trabalhador, eu e mais três amigas.
Marcamos tudo certinho, local de encontro e horário, ficamos esperando o dia chegar ansiosamente.
Pronto, já era sábado, as 07:00 h da manhã, e assim foram 08:00, 08:30, e 09:00, já havia chegado ás 09:30 e nado do pastor, ligamos para o celular dele umas seta vezes e ele não atendia, então desistimos e percebemos que havíamos levado um “bolo” .
O tempo estava um pouco nublado, porem não parecia que iria chover, então para não perdermos o feriado resolvemos tomar outro destino. Pensamos, pensamos muito, e finalmente resolvemos ir ao serviço da minha mãe, em uma loja lá em Icaraí, pegamos uma condução até Niterói e fomos.
Chegando ao terminal, ao em vez de pegarmos um ônibus até Icaraí, preferimos ir andando, pois o tempo estava legal e agradável e chegaríamos a uns 10 minutos, então começamos a andar, pegamos à calçada das barcas e fomos.
Chagando a praça que fica logo a pós as barcas, minhas amigas resolveram tirar fotos, então pegamos à câmera e paramos um pouco no meio da praça, só esquecemos de reparar que não havia muito movimento na rua, e os comércios estavam fechados, aff...
A rua só não estava totalmente vazia, se não fosse por a gente e um grupo de hips com uma criança de uns 10 anos. Eles ficavam olhando muito para a gente, então nós resolvemos ir andando e sair daquele lugar, quando já estávamos andando há uns 2 minutos começamos a perceber que tínhamos Companhia, o menino de uns 10 anos vinha se aproximando da gente com patins, nós começamos a apertar os passos quando de repente ele agarrou na bolsa de uma de minhas amigas que estava mais atrás e começou a falar: perdeu, perdeu, nossa, ficamos tensas, então minha outra amiga que estava mais a frente começou a correr e pulou um canteiro de uns 20 cm até a rua, onde estava passava carros, logo atrás dela foi a minha outra amiga e por pouco não sofreram um acidente, mas eu fiquei que fiquei com a minha outra amiga esperando com que o menino largasse a bolsa dela, não tive a mesma sorte. Quando minha amiga viu uma oportunidade saiu correndo, e eu também. Foi muito rápido, pois as outras duas que estavam na frente ainda estavam correndo, e o menino havia ficado pra trás, pois estava de patins e não havia como correr mais, ainda bem.
A minha maior dificuldade foi pular o canteiro por que passavam muitos carros no momento, mas mesmo assim na hora do desespero eu fui, e quando estava chegando ao final da rua, bati de frente com a minha amiga que já estava lá do outro lado da rua e havia voltado para me avisar que estava vindo um carro, só que o que seria uma boa intenção, quase acabou em tragédia, por que ela ao vir em meu encontro bateu em mim e o impacto acabou me derrubando no meio da rua, eu fui derrapando e me arrastando no chão, fechei meus olhos e pensei: vou morrer atropelada, e quando abri meus olhos vi uns três carros parados praticamente em cima de mim, abaixei a cabeça aliviada, logo depois me ajudaram a levantar, minha calça estava desbotada, pois havia arrastado no chão, minha mão ralada e minha sandália fora do pé, me recompus e fui para onde estavam minhas amigas, estávamos apavoradas, nunca poderíamos imaginar que tal coisa aconteceria naquele dia com a gente, esperamos um pouco para poder prosseguir, pois voltar não seria uma boa alternativa, então fomos um pouco desconfiadas de tudo que víamos, mas chegamos em Ícarai sã e salvas,e contei tudo pra minha mãe que ficou apavorada e falando a toda hora : “você nunca mais sai sozinha”. Tudo bem, já sai várias vezes sozinha depois disso.
Bom, depois do susto o dia acabou com uma bela pizza portuguesa e de sobremesa uma outra de chocolate.
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